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Foto: Cléber Júnior / Extra

Projeto em Xerém Duque de Caxia identifica e corrige problemas de visão de crianças da rede pública

O médico Daniel Puertas levou o Projeto Corujinhas para Duque de Caxias


O esforço ao apertar os olhos para enxergar o quadro já é rotina. Só assim a estudante Tayane Cruz de Barros, de 10 anos, consegue assistir às aulas. Há dois anos, ela sente essa dificuldade, mas só nesta segunda-feira a aluna do 5º ano descobriu que tem baixa acuidade visual, durante um exame na Escola Municipal Dr. Ely Combat, em Xerém.

— Às vezes, pego a matéria com o amigo do lado porque não enxergo. Desde os 8 anos tenho essa dificuldade. Para ler o livro, tem que ser bem de perto — descreve a aluna.
Como Tayane, todos os 80 mil alunos da rede municipal vão passar por uma triagem com um oftalmologista na própria unidade de ensino. É o projeto Corujinhas, que pretende prevenir, identificar e corrigir problemas visuais em alunos da rede.

A iniciativa nasceu em Mangaratiba, quando o oftalmologista Daniel Puertas atendia na rede pública. Este ano, ele quis trazer a ideia para Duque de Caxias.

— Cerca de 20% das crianças em idade escolar possuem baixa acuidade visual. Desse montante, 80% resolvemos com óculos — explicou o médico, que começou a atender na rede pública de Caxias em janeiro deste ano.

Ele conta que na Unidade Pré-Hospitalar de Xerém não conseguia atender todas as crianças por falta de vagas na agenda:

— Tendo em vista essa demanda, em vez de levar todo mundo para consulta, eu faço a triagem nas escolas e só vai ao consultório quem tiver baixa acuidade visual.
Depois de Xerém, o projeto vai migrar para Imbariê. A ideia é atender a todas as escolas da rede este ano ainda.

CONSULTA AOS DOMINGOS

A aluna Maria Luiza Carvalho Braz, de 12 anos, também já passou pela triagem do projeto. Ela e o irmão vão ter que fazer um exame mais específico, pois na triagem do projeto foi constatada uma baixa visão leve.

— Sinto muita dor de cabeça quando vou ler, mas nunca fui a uma consulta porque tem que pegar número muito cedo e minha mãe sai para trabalhar nesse horário — explicou a menina.

Os alunos que são diagnosticados com algum problema de visão na triagem inicial são encaminhados para exames mais específicos na UPH de Xerém. Para isso, as consultas são marcadas aos domingos.

— Quando eu marcava os atendimentos em dias de semana, de 40 agendados, só 26 iam. Quando passei para o domingo, esse número subiu para 38, porque os pais estão em casa — explica Daniel Puertas, que será o diretor geral do futuro Hospital do Olho de Caxias, previsto para entrar em funcionamento daqui a dois meses.

NÚMEROS DO PROJETO CORUJINHAS:

- A primeira fase do projeto está acontecendo nas escolas de Xerém, onde há 6.900 alunos.

- A prefeitura disse que, à medida em que o projeto migrar para outros distritos, vai providenciar novos óculos. Hoje, tem 1.200.

- Hoje, há atendimento oftalmológico na UPH Xerém, no Cras Saracuruna, e na Policlínica Duque de Caxias (Duque) e no Hospital Infantil Ismélia da Silveira, ambos no Centro.

- A próxima triagem será nas escolas Montese, Castro Alves, Brasília e Brasil Itália, em Xerém, no dia 18.


Fonte: Cintia Cruz / Extra Online

11 de Abril de 2017

09:36:21

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